ABOUT ME
Carolina (:
Carol, Carolzinha, Carolzita, Cacá, Carolzon, Carolzuda, Carolda e outros derivados... como preferir ;)
24 anos.
Enfrentando a crise dos 20 e poucos anos quase sem paciência e com bastante ansiedade.
Mineira de Beagá, Belzonte, aqui mesmo (:
Apaixonada por línguas, inclusive a Portuguesa.
Leitura e música em excesso, sempre.
Muito além do óbvio, my friend!


WISHLIST
- natação;
- voltar a comer chocolate;
- um tênis decente;
- câmera digital;
- renovar meu guarda-roupa;
- estudar espanhol;
- dança flamenca...


BLOG
Depois de muito tempo resolvi voltar a escrever nesse maluco mundo virtual. O host me foi oferecido no momento certo pelo Brieldo, e achei que tinha tudo a ver com o que eu queria. Esta é a 1ª versão, tudo bastante simples e sem delongas, e está no ar desde 30/03/2008.
Enjoy ;D


LEio
- Brieldo
- Carol


ARCHIVES
Por enquanto minha inapetência com os códigos não me permite fazer isso funcionar corretamente o.o


THANKS (:
- Antes de mais nada tenho que agradecer a paciência do Brieldo para me ajudar com os códigos, layout e outras coisinhas. Não sei o que seria desse blog sem ele!
Host: Beyond Obvious
Designer: GUMMY.king
Images: FD
Font: JC.net
Brushes: PC.dk, MissM, RB.org, Moargh, At0mica


Efeito colateral
Tags: Desabafos, Pessoal
Postado em 04 Jul 2008 por Carol
Pois é, toda ação tem uma reação, mesmo que a ação só aconteça em seus pensamentos. Talvez aí esteja o maior problema de todos para você mesmo: pensar e não fazer.
Ação: você pensa, pensa, pensa, se estressa, tenta achar maneiras de ajudar ou mudar a situação. E isso vem acontecendo há alguns meses, se intensificando nos últimos dois.
Reação: crises de ansiedade, dor de cabeça, mal-humor, dores nas costas... pois é, me encontro aqui neste momento com o pescoço todo torto, dolorido... dor que vai descendo até minha omoplata... hoje já se espalhou para o lado direito das costas, mas acredito que seja mais por esforço de sustentar meu corpo sem me deitar por muito tempo. Estou com um incômodo chatíssimo de estar aqui sentada meio que sem apoio, mas a necessidade de desabafar é imensa! Minha cama pode me aguardar mais um pouco, além do que já passei quase que o dia inteiro nela. crying
5ª feira (ontem), por volta de 15 horas - sinto uma fisgada no pescoço, mas vejo que de ficar quieta, a dor melhorava. Resolvi procurar por um relaxante muscular, pois a dor estava me incomodando bem mais do que queria. Como não achei, acabei optando pelo Paracetamol, pelo menos tinha algum efeito analgésico. Me sento na frente do computador, volto à trabalhar, mas a dor persiste... começo a digitar um texto para meu chefe e quando chega perto de 16 horas sinto uma fisgada terrível no pescoço e uma dor sem igual. Lascinante ao ponto de me paralisar por alguns segundos, enquanto o espasmo não passava. Parecia que queimava... não achava uma posição melhor, que poderia suavizar a dor. Bato à porta do meu chefe, digo o quanto estou sentindo dor... pela cara dele eu devia estar péssima, pois logo se levantou e me ajudou a sentar no sofá/divã da sala dele. Sim, ele é psiquiatra/analista. Disse pra eu deitar lá e ir relaxando, era o único jeito de sentir algum tipo de alívio... fechou a porta, virou e me disse: "vou aproveitar que você está aqui e te falar algumas coisas, venho te observando há algum tempo." De repente ele solta uma pergunta e começo a falar... acabamos fazendo uma sessão de análise de meia-hora. Nunca uma pessoa falou tanta verdade sobre mim, e só foi necessário eu responder à primeira pergunta que ele me fez. "Você tem que parar de carregar esse alguém nas costas, não adianta sentir culpa... você não é nenhuma salvadora. Não carregue ninguém nas costas, preste bastante atenção nisso porque é perigoso. Não tente salvar, e sim entrar como colaboradora." Ele me explicou a razão dessa dor terrível que sentia no pescoço, carregar tanto peso assim não pode fazer bem à ninguém. E claro, a culpa disso tudo é só minha e de mais ninguém. "Porque você se incomoda por ela? Deixe que ela se mostre incomodada, que peça sua ajuda... e aí você entra como colaboradora, não salvadora." Não sei quantas vezes ele repetiu isso. E como fez sentido... nada como um profissional para te jogar a verdade na cara da maneira mais crua possível, sem que você queira matar a pessoa que te diz isso tudo. Em nenhum momento senti raiva, a não ser de mim mesma. Como é que não enxerguei isso antes? Estava ali, na minha frente, mas eu não percebia. É, quem sabe agora eu perceba que quem precisa de ajuda sou eu e que não tem nada de mais nisso. Se fazer de forte nem sempre ajuda, no meu caso só piora a situação. Apesar de estar tomando um analgésico super forte mais um relaxante muscular receitados pelo ortopedista que me atendeu ontem na emergência, a dor persiste. Aham, terminei à noite indo para o hospital, pois mal conseguia me levantar da cama, quase morria de dor. E andar então? A cada vez que contraía meu pescoço tinha que parar e esperar aquela queimação parar. Adivinha qual foi a primeira pergunta que ouvi quando fui atendida? "Você anda estressada, ansiosa?" Ô, e como! Obviamente ele nem precisou me perguntar nada para ver que eu tinha dado um mal jeito no pescoço, pois estava toda torta. Cervicalgia aguda foi o diagnóstico do médico. Aguda, cara. Essa palavra me assustou, mais do que a bizarra cervicalgia... e me assustei mais ainda quando ele disse que tive um espasmo muito forte, por isso comecei a sentir aquela dor terrível que me paralisou. Estou usando um colar cervical para me ajudar a não sentir tanta dor enquanto me encontro sentada ou de pé, andando. "Você é muito nova, viu?" Ouvi isso de duas pessoas hoje. É, estou novíssima para ter esse tipo de coisa...
Hoje acordei pela 1ª vez às 5:30 da manhã na mesma posição que havia me deitado por volta de meia-noite de ontem, nem meus braços eu mexi. Quando me levantei pela 2ª vez, por volta de 8:00, o efeito das medicações que o ortopedista me deu lá no hospital para eu conseguir dormir já havia passado. Quanta dor, meu Deus... fiquei sentada chorando por alguns segundos, até conseguir me levantar de novo. Chorei mais de raiva do que de dor, na verdade. Mesmo quando tinha um espasmo e não conseguia me mexer, por pior que a dor fosse, senti mais raiva do que qualquer outra coisa.
É dona Carolina, dê seu jeito. Seu corpo implora por uma solução, e rápida. Senão daqui pra frente só piora. Se cuide. wassat
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Comer ou não comer? Oh! eis a questão.
Tags: Devaneios
Postado em 01 Jul 2008 por Carol
Pois é, hoje venho aqui pra falar de um assunto que não tem nada a ver com minha atual 'revolta' emocional. E sim, este é um post longo.

Enquanto estava aqui divagando no assunto, lembrei de uma situação que aconteceu há uns 2 anos e foi um pouco desconfortável. Na época estava ficando com um cara (tomara que tenha pegado fogo e ficado brocha, capeta dos infernos ¬¬) e numa bela noite ele me liga: "Oh, não come nada porque a gente vai sair pra jantar num japonês!" Nunca tinha ido em um, mas como tinha bastante curiosidade, resolvi ir. Experimentei, mas como eu me conheço bem e à noite é a hora que costumo ter mais fome, resolvi comer um pouco da comida chinesa que tinha no resturante, além daquele monte de peixes crus e outras coisas leves demais para matar minha fome. Nunca vou me esquecer daquele olhar fulminante que aquele camarada me lançou. Era do tipo: "Não acredito que você está comendo comida chinesa em um restaurante japonês" Tomara que morra. Eu ia lá ficar com fome? Bem que eu avisei que preferia comer algo em casa antes de sair. É, vai ver minha alma é gorda. Meu pai vive me falando que não engordo de ruim. Não só ele como outras pessoas também. Parem de encher meu saco e me deixem comer feliz. Eu não acho que coma muito, quem me conhece sabe... se já sou magra assim, imagine se fosse comer como a 'sociedade manda'. Há! Sim, agora me lembrei de outra situação mais chata ainda. Estava em um churrasco com uma turma no ano passado e como amo carne, sempre que saía alguma eu comia. Não, mentira... eu ficava me torturando, olhando pr'aquele pedaço suculento de picanha ou sejá lá o que fosse. Ok. Estava lá feliz e sorridente, satisfazendo todo meu desejo carnívoro, quando um ser vira e me fala em alto e bom som: "Mas você come, hein! Nossa..." Vou te contar, viu... pessoa desagradável. Só porque eu aceitava toda vez que o pai da minha amiga vinha me servir carne? E contando que eu comia um pedaço por vez, não tinha nada de mais. Revejam seus conceitos, my friends. Sinceramente, se faz parte da etiqueta comer só uma certa quantidade, então vou ser sempre 'destiquetada', e feliz por isso. Odeio ir pra um churrasco e não ter carne. Não gosto de sair pra comer, seja onde for, e voltar insatisfeita. Falando assim parece até que como igual a quem não tem comida em casa, devorando tudo que vejo pela frente. Nada disso. Só gosto de me sentir satisfeita, sem frescurinhas e coisas do tipo.

Clique aí para continuar lendo... é, senta que lá vem mais merda.
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